Já que ando numa de nostalgia, aqui fica outra "Grande malha"!!!
Os Pink Floyd, com a sua fantástica música "Wish You Were Here"
Este vídeo é tirado do concerto Live8, em que eles se reuniram para esse mesmo concerto especial.
Espero que gostem também.
Fiquem bem
Pipas
domingo, outubro 12, 2008
Desafio - resposta
Bom em resposta ao desafio proposto pelo meu amigo Maldonado do Blog "A Terceira Via", aqui vai:
Os cinco filmes da minha vida:
- Apocalypse Now
- Platoon
- A Missão
- Blade Runner
- O Clube dos Poetas Mortos
As cinco músicas da minha vida:
- The End (The Doors)
- Black (Pearl Jam)
- Romeo and Juliett (Dire Straits)
- Johnny Be Good tonight (Peter Tosh)
- Circo de Feras (Xutos e Pontapés)
Agora junto ao desafio também mais esta informação:
Os cinco livros da minha vida:
- Os Prazeres e as Sombras (Gonzalo Torrente Ballester)
- Por Quem os Sinos Dobram (Ernest Hemingway)
- O Livro do Desassossego (Fernando Pessoa)
- Os Cus de Judas (António Lobo Antunes)
- O Coração das Trevas (Joseph Conrad)
Naturalmente que esta escolha é muito subjectiva, existem muitos mais filmes e livros que me marcaram e hão-de me marcar durante a minha vida.
Provavelmente daqui a um ano estarão outros nesta lista se me voltarem a perguntar o mesmo.
Fiquem bem
Pipas
Genesis - The Lamb Lies Down on Broadway
Ola amigos(as), hoje fui ao fundo do baú e descobri esta preciosidade!
"The Lamb Lies Down on Broadway", um dos melhores albuns, senão o melhor album dos Genesis, na sua primeira fase, psicadélica e conceptual, na década de 70, ainda com o Peter Gabriel como vocalista e líder da banda.
Aqui fica um vídeo com um excerto de um concerto deles, absolutamente fantástico!!!
Fiquem bem
Pipas
domingo, outubro 05, 2008
Um belo exemplo a seguir

Andava eu pela net quando descobri esta notícia.
Penso que é um perfeito exemplo de como uma empresa moderna deve de agir perante o bem estar com os seus empregados e a sociedade que a rodeia e onde está inserida.
Pena que no nosso país este tipo de empresas com iniciativa, sejam as excepções à regra...
«Uma firma que oferece livros aos trabalhadores, promove idas ao teatro e organiza simpósios de escultura? Não, não se trata de um típico exemplo nórdico, mas apenas a original estratégia da DST, sediada em Braga.
"No início, achavam-nos meio esotéricos", confessa o administrador da Domingos Silva Teixeira (DST), José Teixeira. A estranheza inicial não tardou a ser assimilada tanto por trabalhadores como pelos clientes e, hoje, admite o responsável, "a nossa aposta na cultura é estratégica, um dos pilares em que tem assentado o nosso crescimento". O prémio literário instituído há 14 anos foi a primeira iniciativa da empresa - que também opera nas áreas do ambiente, energias renováveis, indústria e montagem de negócios - no sector cultural.
Inicialmente dirigido apenas a autores do distrito de Braga, o concurso adquiriu dimensão nacional há três anos (distinguindo os escritores Nuno Júdice, Filomena Marona Beja e Gastão Cruz) e hoje atribui um prémio monetário no valor de 15 mil euros, superior, por exemplo, ao galardão da Associação Portuguesa de Escritores.»
«A ligação da DST à cultura estendeu-se com rapidez a outras áreas. Como mecenas, a firma patrocina o Theatro Circo e a Feira do Livro de Braga, entre outros eventos pontuais, mas é junto dos trabalhadores que o esforço de promoção da cultura assume contornos ainda mais definidos. A oferta de livros e litografias no dia de aniversário, a edição de uma revista interna de poesia e o aluguer de um camarote no teatro destinado aos funcionários são algumas das iniciativas realizadas, mas há ainda aulas de iôga e simpósios de escultura com artistas renomados, cujas obras vão ser adquiridas pela empresa e posteriormente oferecidas ao município de Braga.
"Os trabalhadores que lêem produzem mais. Tornam-se mais tolerantes e adquirem uma ampla visão do Mundo que acaba por reflectir-se no seu trabalho", defende José Teixeira, convicto de que "ser culto não é só ler os clássicos nem ver filmes suecos".
Para a aposta crescente da firma tem contribuído fortemente a adesão dos trabalhadores, cada vez mais receptivos às propostas de lazer que vão sendo organizadas.
Cerca de 750 mil euros anuais é quanto custa o investimento anual da DST nas artes. Uma aposta que o CEO considera "muito barata", em função do "retorno que conseguimos obter".
"Já perdi a conta ao número de contratos alcançados que se iniciaram com simples conversas sobre as nossas actividades culturais", revela o administrador da DST, eleita, no ano passado, pela Great Place to Work Institute Portugal, a melhor empresa de construção civil para trabalhar no país e uma das 20 melhores em todos os ramos de actividade.
A má imagem actual das empresas de construção junto da generalidade das pessoas é admitida sem dificuldade por José Teixeira, para quem "foram os próprios empresários que se puseram a jeito para que isso acontecesse". O sector encontra-se, no entanto, em mutação acelerada, pelo que o administrador acredita que as práticas associadas a um passado ainda recente têm os dias contados.
"Num mercado competitivo, a cultura é um factor positivo de diferenciação. O cliente está mais sofisticado. Já não se fazem negócios como antigamente e quem não apostar na responsabilidade social não tem hipóteses de sobreviver", diz.
A propagação da Lei do Mecenato - "tal como está, apenas interessa às grandes empresas", afirma - seria um passo importante para que o apoio à cultura fosse mais efectivo, acredita José Teixeira. O empresário enviou mesmo uma proposta de reformulação da lei ao Ministério da Cultura, que previa uma discriminação positiva das empresas que investem na cultura.
"Na prática, estas firmas teriam prioridade na concessão dos concursos públicos", afirma. A sugestão, enviada a António Pinto Ribeiro e à sua antecessora no cargo, Isabel Pires de Lima, aguarda ainda resposta.»
Sérgio Almeida, Jornal de Notícias, 2008-09-18
"No início, achavam-nos meio esotéricos", confessa o administrador da Domingos Silva Teixeira (DST), José Teixeira. A estranheza inicial não tardou a ser assimilada tanto por trabalhadores como pelos clientes e, hoje, admite o responsável, "a nossa aposta na cultura é estratégica, um dos pilares em que tem assentado o nosso crescimento". O prémio literário instituído há 14 anos foi a primeira iniciativa da empresa - que também opera nas áreas do ambiente, energias renováveis, indústria e montagem de negócios - no sector cultural.
Inicialmente dirigido apenas a autores do distrito de Braga, o concurso adquiriu dimensão nacional há três anos (distinguindo os escritores Nuno Júdice, Filomena Marona Beja e Gastão Cruz) e hoje atribui um prémio monetário no valor de 15 mil euros, superior, por exemplo, ao galardão da Associação Portuguesa de Escritores.»
«A ligação da DST à cultura estendeu-se com rapidez a outras áreas. Como mecenas, a firma patrocina o Theatro Circo e a Feira do Livro de Braga, entre outros eventos pontuais, mas é junto dos trabalhadores que o esforço de promoção da cultura assume contornos ainda mais definidos. A oferta de livros e litografias no dia de aniversário, a edição de uma revista interna de poesia e o aluguer de um camarote no teatro destinado aos funcionários são algumas das iniciativas realizadas, mas há ainda aulas de iôga e simpósios de escultura com artistas renomados, cujas obras vão ser adquiridas pela empresa e posteriormente oferecidas ao município de Braga.
"Os trabalhadores que lêem produzem mais. Tornam-se mais tolerantes e adquirem uma ampla visão do Mundo que acaba por reflectir-se no seu trabalho", defende José Teixeira, convicto de que "ser culto não é só ler os clássicos nem ver filmes suecos".
Para a aposta crescente da firma tem contribuído fortemente a adesão dos trabalhadores, cada vez mais receptivos às propostas de lazer que vão sendo organizadas.
Cerca de 750 mil euros anuais é quanto custa o investimento anual da DST nas artes. Uma aposta que o CEO considera "muito barata", em função do "retorno que conseguimos obter".
"Já perdi a conta ao número de contratos alcançados que se iniciaram com simples conversas sobre as nossas actividades culturais", revela o administrador da DST, eleita, no ano passado, pela Great Place to Work Institute Portugal, a melhor empresa de construção civil para trabalhar no país e uma das 20 melhores em todos os ramos de actividade.
A má imagem actual das empresas de construção junto da generalidade das pessoas é admitida sem dificuldade por José Teixeira, para quem "foram os próprios empresários que se puseram a jeito para que isso acontecesse". O sector encontra-se, no entanto, em mutação acelerada, pelo que o administrador acredita que as práticas associadas a um passado ainda recente têm os dias contados.
"Num mercado competitivo, a cultura é um factor positivo de diferenciação. O cliente está mais sofisticado. Já não se fazem negócios como antigamente e quem não apostar na responsabilidade social não tem hipóteses de sobreviver", diz.
A propagação da Lei do Mecenato - "tal como está, apenas interessa às grandes empresas", afirma - seria um passo importante para que o apoio à cultura fosse mais efectivo, acredita José Teixeira. O empresário enviou mesmo uma proposta de reformulação da lei ao Ministério da Cultura, que previa uma discriminação positiva das empresas que investem na cultura.
"Na prática, estas firmas teriam prioridade na concessão dos concursos públicos", afirma. A sugestão, enviada a António Pinto Ribeiro e à sua antecessora no cargo, Isabel Pires de Lima, aguarda ainda resposta.»
Sérgio Almeida, Jornal de Notícias, 2008-09-18
sábado, outubro 04, 2008
Joy Division
Hoje estou naqueles dias em que me sinto um pouco "melancólico", não me apetece sair, nem fazer nada...
Então resolvi ouvir umas músicas... Mas que música ouvir com este estado de espírito? Pensei... Pensei... (coisa que por vezes até faço), e resolvi pôr os Joy Division com a inconfudível voz de Ian Curtis!
Então aqui ficam 2 vídeos deles:
O 1º (da música mais conhecida deles) - Love Will Tears us Apart - é uma nova versão do vídeo original, está engraçada, mais rica, cheia de efeitos.
O 2º é uma actuação ao vivo com outra das músicas mais conhecidas deles - She Lost Control.
Fiquem bem
Pipas
Então resolvi ouvir umas músicas... Mas que música ouvir com este estado de espírito? Pensei... Pensei... (coisa que por vezes até faço), e resolvi pôr os Joy Division com a inconfudível voz de Ian Curtis!
Então aqui ficam 2 vídeos deles:
O 1º (da música mais conhecida deles) - Love Will Tears us Apart - é uma nova versão do vídeo original, está engraçada, mais rica, cheia de efeitos.
O 2º é uma actuação ao vivo com outra das músicas mais conhecidas deles - She Lost Control.
Fiquem bem
Pipas
Ausência...
Boas amigos(as), sei que tenho andado bastante ausente, mas ainda não consegui resolver o meu problema com a questão da internet e a minha vida profissional, também tem sido bastante exigente daí esta ausência demorada.
Mas como podem ver, não me esqueci nem desisti deste meu/vosso blog, e de vez em quando cá vou aparecendo, nem que seja só para dizer "Olá".
Aproveito e deixo aqui um vídeo dos Deftones, com a música White pony epk
Fiquem bem até breve
Pipas
Mas como podem ver, não me esqueci nem desisti deste meu/vosso blog, e de vez em quando cá vou aparecendo, nem que seja só para dizer "Olá".
Aproveito e deixo aqui um vídeo dos Deftones, com a música White pony epk
Fiquem bem até breve
Pipas
terça-feira, setembro 09, 2008
20 centímetros

Boas amigos(as), recentemente vi um filme que achei deveras engraçado e que aborda um tema que para muitos ainda é considerado tabu.
Os transsexuais e a vontade de trocar de sexo.
Com o título de "20 Centímetros" (em português), o filme de origem espanhola é realizado por Rámon salazar, realizador bastante conhecido do cinema espanhol.
Numa mistura de comédia, tragédia e musical, conta a história de "Marieta", um transsexual que sofre da doença de Narcolepsia, cujo único desejo é "livrar-se dos 20cm que tem a mais".
"Marieta" que se prostitui nas ruas de madrid, sofre as mais diversas desventuras, avanços e recuos, para conseguir alcançar o seu objectivo e com isso ganhar a sua felicidade, mesmo que para isso tenha de abdicar do amor da sua vida.
Conta igualmente seu problema com a narcolepsia, cujas crises são retratadas no filme de uma forma engenhosa, como sonhos musicais em que "Marieta" surge na pele de vedeta em diversos números.
Rámon Salazar, com este filme mostra-nos de uma forma descomplexada e alegre um problema que abrange muita gente actualmente mas que continua a ser visto como um tabu ou um complexo; a indecisão a cerca da sua sexualidade.
Também nos mostra uma visão da Madrid moderna, degradada, da prostituição, do vício, dos bairros pobres e de quem lá vive que tem de recorrer à prostituição ou negócios "menos claros".
Gostei muito deste filme, dou os meus parabéns a Mónica Cervera pelo seu desempenho no papel de "Marieta", mostrou uma aptidão e um à vontade enorme neste papel.
Aviso que o filme poderá ter também uma ou outra cena mais "quente", menos recomendável a visões mais púdicas.
fiquem bem
Pipas
quinta-feira, setembro 04, 2008
Outra vez sem net...
Outra vez sem net...
Assim que tiver o problema resolvido, volto "ao ataque"!!
Fiquem bem
Pipas
Assim que tiver o problema resolvido, volto "ao ataque"!!
Fiquem bem
Pipas
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